Curiosity - Mars Science Laboratory

O Mars Science Laboratory (MSL), conhecido como curiosidade, é um rover programado para ser lançado em novembro de 2011. É uma sonda que irá avaliar se Marte já foi ou ainda é hoje um ambiente capaz de sustentar vida microbiana.


(sua missão é determinar a habitabilidade do planeta)

A sonda MSL será cinco vezes mais pesada e leva mais de dez vezes o peso dos instrumentos científicos que os rovers Espirity ou Opportunity e analisará amostras do solo além de pó de rochas perfuradas.
Os Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Rússia e Espanha irão fornecer os instrumentos a bordo. A sonda MSL será lançada por um foguete Atlas V 541 e deverá operar por pelo menos um ano marciano (Martian 668 sois/ 686 dias da Terra), uma vez que explora com maior alcance do que qualquer sonda de Marte enviada anteriormente.
Mars Science Laboratory é parte do NASA's Mars Exploration Program, um esforço de longo prazo de exploração robótica de Marte, e é um projeto gerido pela NASA Jet Propulsion Laboratory.
O custo total do projeto MSL é de cerca de 2,3 bilhões dólares USD.

Saturno 3D


Telescópio acha 140 planetas que podem ter vida

Kepler descobre planetas quando eles passam em frente a sua estrela, assim como registra Vênus ou Mercúrio ao passarem em frente ao Sol.


Cientistas anunciaram a descoberta de 140 novos planetas parecidos com a Terra encontrados nas últimas semanas. Com os novos dados, os cientistas acreditam que existam cerca de 100 milhões de planetas parecidos com o nosso e que possam abrigar vida apenas na Via Láctea. As informações são do Daily Mail.

Os achados foram feitos pelo telescópio espacial Kepler, que procura novos planetas desde que foi lançado, em janeiro de 2009. Segundo o astrônomo Dimitar Sasselov, os planetas têm tamanho parecido com o da Terra. O cientista descreveu a descoberta como a "realização do sonho de Copérnico", em referência ao pai da astronomia moderna.

Novos planetas fora do sistema solar são descobertos quando eles passam em frente a sua estrela. O telescópio não capta uma imagem direta, mas registra a minúscula diminuição do brilho do astro quando o planeta passa em frente. Essa passagem causa "piscadas" na luz. Pelo cálculo da diminuição de brilho, do tempo entre as "piscadas" e da massa da estrela, os astrônomos conseguem descobrir o tamanho do planeta.

O Kepler continuará pesquisando o céu dia e noite, sem interrupção, pelos próximos quatro anos, segundo o cientista. Sasselov afirma que nos últimos 15 anos cerca de 500 exoplanetas foram descobertos, mas nenhum foi considerado parecido com a Terra, ou seja, com a possibilidade de abrigar vida.

"Vida é um sistema químico que realmente necessita de um planeta pequeno, água e pedras e uma grande quantidade de complexos químicos para surgir e sobreviver. (...) Tem um monte de trabalho para fazermos com isso, mas os resultados estatísticos são claros e planetas como a nossa Terra estão lá fora. (...) Nossa própria Via Láctea é rica nesse tipo de planetas", disse o astrônomo durante a apresentação dos resultados do Kepler na conferência TEDGlobal, em Oxford, no Reino Unido.

Via Láctea mapeada como metrô


Se estamos a 6500 anos-luz da Nebulosa Caranguejo (Crab), e a 1500 anos-luz de Orion, quais desses corpos celestes estão mais perto do centro da galáxia?
Samuel Arbesman, da Universidade de Harvard, decidiu criar um mapa da galáxia que pudesse ser facilmente compreendido por qualquer um.

O "Milky Way Transit Authority" usa algo bastante familiar para localizar os principais corpos celestes na Via Láctea: um mapa de metrô.
Cada linha corresponde a um dos quatro braços da nossa galáxia, e cada estação é um local real. Com essas referências, o cientista conseguiu mostrar as interconexões e distâncias de uma forma simples.

A inspiração veio de uma releitura do livro “Contato”, de Carl Sagan, que menciona uma “estação central cósmica”.

Como Arbesman não é astrônomo ou físico, admite que seu trabalho ainda pode ser bastante melhorado. Em entrevista ao jornal inglês Daily Telegraph, o pesquisador disse ter decidido não marcar o ponto “você está aqui” no mapa.

Para ele, é muito mais interessante que as pessoas procurem um pouco, encontrem o Sol e então percebam que não são o centro do Universo.

Foto mostra início do universo







O telescópio Planck, da Agência Espacial Européia, fez sua primeira imagem completa do céu.

O projeto, que realiza como um scanner do universo, deve ajudar a entender como as estrelas e galáxias de formaram após o Big-bang.

Na imagem, vemos o disco principal da nossa galáxia, a Via Láctea, correndo através do centro. Ao seu lado, acima e abaixo, estão os discos de poeira fria, regiões nas quais novas estrelas se formam.

O pontilhado na parte superior e inferior, no entanto, é uma das partes mais intrigantes. Eles mostram as chamadas Microondas Cósmicas de Radiação de Fundo (cosmic microwave background radiation - CMBR). Esta é a luz mais antiga do Universo, os vestígios da grande explosão que deu origem a tudo a cerca de 13,7 bilhões de anos.

Elas mostram como o universo era perto de sua criação, antes de existirem estrelas ou galáxias. Esse padrão de microondas funcionou como um molde nos quais os clusters e super clusters de galáxias foram e são construídos. Isso porque as diferentes cores indicam pequenas variações na temperatura e densidade da matéria no céu e, de alguma forma, essas pequenas irregularidades evoluíram para regiões mais densas que se tornaram as galáxias de hoje.

Apesar de abranger todo o céu, o scanner do Planck tem a maior parte de seus dados encobertos pelas emissões da Via Láctea. O forte brilho será digitalmente removido para revelar a imagem mais precisa já feita dessas microondas de fundo.

Antes do final da missão, em 2012, o Planck terá realizado quatro scanners completos do céu.

Asteróide Itokawa 3D

Em 11, 12 e 13 de agosto de 2010, a lua e os planetas Marte, Vênus, Mercúrio e Saturno aparentemente juntos no céu!!!

Convido você e toda a sua comunidade para observarem uma rara e extraordinária conjunção planetária, junto com a Lua!

Em 11, 12 e 13 de agosto de 2010, teremos uma bela e interessante conjunção astronômica, popularmente conhecida por "alinhamento de planetas".

Este tipo de fenômeco possibilita que um habitante terrestre observe alguns astros do Sistema Solar numa mesma região co céu, visualmente próximos entre si. Na conjunção de 11 a 13 de agosto, observaremos a LUA e os planetas MARTE, VÊNUS, MERCÚRIO E SATURNO aparentemente JUNTOS no céu, no horizonte OESTE, logo após o pôr do Sol.

Mesmo sem nenhum instrumento observacional voce pode identificar estes astros, nesta região do céu.

Eclipse solar em Marte

Deimos é pequena e distante e quando passa na frente do sol causa uma mancha pequena. Já Fobos é maior e mais próxima daquele planeta causando um eclipse um pouco maior.
Ainda assim nada comparável a sorte que temos na Terra, a lua e o sol parecem ter o mesmo tamanho pois temos uma lua 400 vezes menor que o sol e exatamente 400 mais próxima que o astro maior do sistema por isso podemos ver a coroa solar. Mas mesmo assim vale a pena ver.

The Search For Earth-Like Planets

A busca por planetas como a Terra

Nos 30 primeiros segundos a legenda não bate, depois vai muito bem..
dá pra ouvir e ler ao mesmo tempo, e o assunto eu acho interessante:

Aconselho clicar sobre o vídeo para assistir em tamanho maior diretamente no youtube.